By Hædi - 10/04/2009 09:03:20
Entrego-me a Ti, Vida...
Permito-me ser guiado pelos teus verdes campos,
descansar nas sombras das tuas fruteiras
e sentir o cantar de tuas suaves brisas.
Permito-me caminhar na direção do Sol que brilha e me aquece,
e beber da tua água que refresca e vivifica.
Permito-me ser Eu mesmo e aceitar
que Sou o que Sou: Tua imagem:
tão diversa como as flores de um belo jardim.
Tão doce, tão amarga, tão salgada, tão insípida.
Tão cheirosa, tão inodora; tão colorida, tão incolor.
Permito-me chorar como uma cascata e esvaziar-me
para que teu Amor repouse e pulse em mim.
Permito-me ser único como o desabrochar das flores.
Permito-me aguardar as estações e sorrir como as crianças.
Permito-se ser beija-flor e transformar meu mundo.
Permito-me Ser feliz. Amar e ser Amado. Eis o meu destino!
sexta-feira, 10 de abril de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
Esse não saiu no Blog do Jamildo
Enviado ao blog do Jamildo em: 04/11/2008.
Olá Jamildo
O texto abaixo relata um pouco da vida dos estudantes na RMR
Via-crúcis estudantil
No dia 24/10/08 dirige-me à EM-TU (EMTU) para fazer o recadastramento estudantil. Muita gente naquele formato curral de atendimento, com um funcionário dizendo: caixa 01, 23, 32, 28 e o sistema de refrigeração em manutenção. O estranho é que quando fui fazer minha carteira de estudante em 2006, a foto foi digital, na hora, com webcam; mas nesse "novo" sistema, exige-se uma foto 3x4 que, segundo uma atendente, será escaneada. Dá para entender? Hoje, 04/11/08 chego mais cedo (17h45) para recarregar meu passe fácil (ou seria "passe difícil") e me deparo com uma fila chegando quase na Conde da Boa Vista. Na porteira, uma moça perguntou o que queria. Respondi: recarregar e ela: é fila única. Classifiquei de desorganização, que deveria ter uns 4 caixas, apenas para recarregar; respondeu que recebia ordens. É esse o novo modelo de gestão da CMTU?. Ta mais para congestão. Para finalizar, quando retornava pra casa, subi num ônibus, ou melhor, num Halloweenbus da Itamaracá de número 422/KLW-5694 que estranhamente começou a emitir um som de carro de boi de casamento matuto. Depois da Fac. Joaquim Nabuco, senti-me na roça e o busão veio desmaiar perto da garagem da empresa, em Abreu e Lima. O condutor desce, sobe e liga o carro. Retornamos a viagem e ao chegar perto do Terminal de Abreu e Lima (uma piada aquilo lá), começou um fumacê no escape e quem quis ficar lá dentro? Parecia tratar-se de uma possessão veicular. O engraçado é que esse povo quando está fora do poder, parece fazedor de garrafada, tem solução para tudo. Um baixou as passagens em R$ 0,05. O outro aumentou em R$ 0,15, e o serviço continua péssimo. Nada melhor do que o tempo...
Edmario José Batista
Estudante de comunicação social
Olá Jamildo
O texto abaixo relata um pouco da vida dos estudantes na RMR
Via-crúcis estudantil
No dia 24/10/08 dirige-me à EM-TU (EMTU) para fazer o recadastramento estudantil. Muita gente naquele formato curral de atendimento, com um funcionário dizendo: caixa 01, 23, 32, 28 e o sistema de refrigeração em manutenção. O estranho é que quando fui fazer minha carteira de estudante em 2006, a foto foi digital, na hora, com webcam; mas nesse "novo" sistema, exige-se uma foto 3x4 que, segundo uma atendente, será escaneada. Dá para entender? Hoje, 04/11/08 chego mais cedo (17h45) para recarregar meu passe fácil (ou seria "passe difícil") e me deparo com uma fila chegando quase na Conde da Boa Vista. Na porteira, uma moça perguntou o que queria. Respondi: recarregar e ela: é fila única. Classifiquei de desorganização, que deveria ter uns 4 caixas, apenas para recarregar; respondeu que recebia ordens. É esse o novo modelo de gestão da CMTU?. Ta mais para congestão. Para finalizar, quando retornava pra casa, subi num ônibus, ou melhor, num Halloweenbus da Itamaracá de número 422/KLW-5694 que estranhamente começou a emitir um som de carro de boi de casamento matuto. Depois da Fac. Joaquim Nabuco, senti-me na roça e o busão veio desmaiar perto da garagem da empresa, em Abreu e Lima. O condutor desce, sobe e liga o carro. Retornamos a viagem e ao chegar perto do Terminal de Abreu e Lima (uma piada aquilo lá), começou um fumacê no escape e quem quis ficar lá dentro? Parecia tratar-se de uma possessão veicular. O engraçado é que esse povo quando está fora do poder, parece fazedor de garrafada, tem solução para tudo. Um baixou as passagens em R$ 0,05. O outro aumentou em R$ 0,15, e o serviço continua péssimo. Nada melhor do que o tempo...
Edmario José Batista
Estudante de comunicação social
sábado, 17 de janeiro de 2009
Complicar e falicitar a própria vida é opcional
Exemplos de como a vida funciona a partir do que vc fala:
Você chega na farmácia e diz para o balconista:
Exemplo 1: Quero um envoltório fino, de borracha, resistente, para recobrir o pênis por ocasião da cópula, impedindo, pela retenção do esperma, a fecundação, e protegendo o homem e a mulher de possíveis infecções (DSTS)
Resposta da vida: complicação, já que vc complica.
Exemplo 2: Bom dia, quero camisinhas.
Resposta da Vida: Volte sempre
Você chega na farmácia e diz para o balconista:
Exemplo 1: Quero um envoltório fino, de borracha, resistente, para recobrir o pênis por ocasião da cópula, impedindo, pela retenção do esperma, a fecundação, e protegendo o homem e a mulher de possíveis infecções (DSTS)
Resposta da vida: complicação, já que vc complica.
Exemplo 2: Bom dia, quero camisinhas.
Resposta da Vida: Volte sempre
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Plano Diretor de Igaraçu/Agenda 21 local - conheça seu patrimônio
Quer receber uma cópia do Plano Diretor de Igarassu e da Agenda 21 local em pdf?
mande um e-mail para: chicletenachapinha@gmail.com
mande um e-mail para: chicletenachapinha@gmail.com
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Ketixupe.cards
Ketixupecard é uma série de cartões que estou desenvolvendo como forma de externar minha opinião sobre os fatos e problemas que nós enquanto sociedade estamos passando por conta de um estado falido. Num país onde crianças são arrastadas, mortas e violentadas diariamente; onde uma idosa negocia com seu algoz, o estupro; onde somos maculados por criminosos oficiais e oficiosos... beneficiados por brechas legais..., fica difícil manter a pose de modelo e vendar os olhos. Isso fica bonito para uma escultura que nada sente, nada vê, nada ouve, ou seja, nada opina ou sabe. O sistema parece gostar da violência, parece que ela tem um doce sabor, já que vem aumentando assutadoramente. Por isso dei a essa série o nome de: Ketixupe.card - o doce sabor da violência.
Cartão 01:
Protesto pela morte da menina Maria Eduarda Ramos de Carpina - PE e também por todas as pessoas desconhecidas que são vítimas diariamente em nossas cidades das ações de criminosos e de um estato falido.
Criação do cartão: Hædi

Cartão 02: 10/09/2008
Novamente, somos agredidos com mais um notícia aberrante: dois irmãos são mortos, queimados e esquartejados pelo pai e pela madrasta. Um histórico de violência, de idas e vindas e de prováveis “erros” que culminaram num assassinato bárbaro. Depois, como sempre, fica aquele velho disco, quer dizer, cd arranhado: apurar os fatos e punir os culpados. A dor daquela mãe é a dor de todos nós. Foram mais dois brasileiros, mais dois irmãos nossos que foram recortados como "picadinho de carne" e servidos friamente nos pratos do banquete da violência que assola esse país. É LASTIMÁVEL. Não deixemos que esse tipo de coisa aconteça novamente. Isso é um compromisso pessoal e intransferível. Externo meu profundo respeito e solidariedade àquela mãe duplamente esfaqueda no coração.
Por fim, diante do que se fala na mídia, cabe perguntar: foi a Lei que errou ou foi alguém que se julgou ser a própria lei? O cartão abaixo quetiona isso.

Cartão 03
A violência é moeda vigente na mídia. Creio até que se acabasse, muita gente morreria de tédio por não poder noticiar com tanta ênfase os casos que ocorrem em nosso país. Um exemplo disso é o caso Eloá/SP. Depois, Ananda/PE e mais recente, Raquel/PR. Crimes bárbaros, que ganham força pelas vias midiáticas. Parecem seguir o modelo de análide do ciclo de vida de um produto: Inciação, Conhecimento, Maturidade, Saturação e Declínio. E dependendo do andar da fila, o glamour macabro acaba logo. Além de me chocar com os três casos,fiquei mais ainda quando vi em dois momentos, perguntas estúpidas, infelizes e desrespeitosas feitas por repórteres aos sobreviventes dessas tragédias. No caso Eloá, perguntou-se à mãe que estava ao lado da filha morta: "A Sra. perdoa o homem que matou sua filha?" e ao pai de Raquel: "O que o Sr. diria à sua filha nesse momento?". Nada justifica essas posturas medíocres. Nada! O cartão abaixo representa esse vicioso ciclo midiático de vida. É a morte das pessoas gerando lucros e índices de audiência.
Cartão 01:
Protesto pela morte da menina Maria Eduarda Ramos de Carpina - PE e também por todas as pessoas desconhecidas que são vítimas diariamente em nossas cidades das ações de criminosos e de um estato falido.
Criação do cartão: Hædi

Cartão 02: 10/09/2008
Novamente, somos agredidos com mais um notícia aberrante: dois irmãos são mortos, queimados e esquartejados pelo pai e pela madrasta. Um histórico de violência, de idas e vindas e de prováveis “erros” que culminaram num assassinato bárbaro. Depois, como sempre, fica aquele velho disco, quer dizer, cd arranhado: apurar os fatos e punir os culpados. A dor daquela mãe é a dor de todos nós. Foram mais dois brasileiros, mais dois irmãos nossos que foram recortados como "picadinho de carne" e servidos friamente nos pratos do banquete da violência que assola esse país. É LASTIMÁVEL. Não deixemos que esse tipo de coisa aconteça novamente. Isso é um compromisso pessoal e intransferível. Externo meu profundo respeito e solidariedade àquela mãe duplamente esfaqueda no coração.
Por fim, diante do que se fala na mídia, cabe perguntar: foi a Lei que errou ou foi alguém que se julgou ser a própria lei? O cartão abaixo quetiona isso.

Cartão 03
A violência é moeda vigente na mídia. Creio até que se acabasse, muita gente morreria de tédio por não poder noticiar com tanta ênfase os casos que ocorrem em nosso país. Um exemplo disso é o caso Eloá/SP. Depois, Ananda/PE e mais recente, Raquel/PR. Crimes bárbaros, que ganham força pelas vias midiáticas. Parecem seguir o modelo de análide do ciclo de vida de um produto: Inciação, Conhecimento, Maturidade, Saturação e Declínio. E dependendo do andar da fila, o glamour macabro acaba logo. Além de me chocar com os três casos,fiquei mais ainda quando vi em dois momentos, perguntas estúpidas, infelizes e desrespeitosas feitas por repórteres aos sobreviventes dessas tragédias. No caso Eloá, perguntou-se à mãe que estava ao lado da filha morta: "A Sra. perdoa o homem que matou sua filha?" e ao pai de Raquel: "O que o Sr. diria à sua filha nesse momento?". Nada justifica essas posturas medíocres. Nada! O cartão abaixo representa esse vicioso ciclo midiático de vida. É a morte das pessoas gerando lucros e índices de audiência.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Os Socalistas estão chegando: uma nova ideologia política brasileira?
Autoria: Claríssimo -27/07/2008 03:25:31
Jaz o tempo em que víamos nitidamente a divisão entre direita e esquerda. Éramos reféns das verborragias ideológicas; dos ataques e contra-ataques entre os socialistas - “das forças progressistas” e os capitalistas - “vilões do retrocesso”. Porém, pela “governabilidade”, as ideologias flexionaram-se para gestar um novo caminho que mistura água com óleo, impossível na ciência, mas real na política nacional.
Nossos antepassados viveram momentos de sofrimentos inimagináveis, com toda sorte de perseguição psicológica e física, visando construir uma nação para o povo brasileiro. O vermelho de suas veias foi derramado em cascata e as lágrimas maternais inundaram os vales da morte com suas tristezas eternas pelo sumiço dos seus rebentos outrora acalentados e amamentados amorosamente.
No meio onde vivi, mesmo na década de 1980, falar sobre esquerda, comunismo e coisas do gênero era algo que ainda destravava nas pessoas os gatilhos do medo repressor do passado. A violência física sumira, mas a psicológica continuava e era pior do que a primeira. Contudo, a velha força da exclusão, a ditadura do pensar único cedia natural e irreversivelmente à democracia da polifonia social.
Lembro-me das “Diretas Já”; da democratização do país; da volta dos exilados; dos “caras pintadas”, entre outras coisas. Era uma multidão que fazia a hora por uma nação melhor e para todos; seguindo seus líderes messiânicos, ditos representantes das forças democráticas e progressistas, num combate santo e incansável pela liberdade e contra as forças do retrocesso que oprimiam e escravizavam o povo.
Naquela época havia um divisor de águas. Sabíamos quem era quem. Hoje, tudo se modifica. Ao folhear jornais e revistas; ao escutar e assistir entrevistas, fico atônito e me pergunto: Cadê a esquerda? Cadê a direita? Perderam-se todos os diferenciais de identificação. Em nome da tal da “governabilidade”, ou melhor, em nome da sobrevivência de grupos falidos e obsoletos dos dois lados, todos se uniram.
Inacreditavelmente, o que a ciência não conseguiu fazer, a política fez: misturar água e óleo. E como Noé, socialistas e capitalistas parecem ter construído uma grande embarcação para se salvar do dilúvio consciencial que está inundando essa nação tupi-nagô, a cada dia. Será que incorporaram também, a célebre frase: “esqueçam o que eu falei”? Nesse caso, esqueçamos o que nós mesmos falamos.
Isso exige um neologismo sem o qual ficaríamos como barcos à deriva. Poderia se chamar de SOCALISMO. E antes que haja julgamentos errados a respeito desse recém-nascido, informo que o nome não está relacionado à soca-soca do vovô e nem ao verbo socar. É apenas a fusão do SOcialismo com o CApitalismo, mantendo economicamente e como um remédio genérico, o princípio ativo de cada ideologia nas primeiras sílabas.
O Socalismo nos salvará e nos libertará das visões antigas e obsoletas e nem ditará o caminho, já que tudo dá na venda. Os convertidos serão chamados de Socalistas. Todo sangue e lágrimas dos antepassados serão esquecidos. A dor será banida e a alegria reinará como nas ditaduras anteriores. Contudo, o que me anima é que essa nação pensa e tem olhos bem abertos e acorda para ser senhora de si mesma.
Jaz o tempo em que víamos nitidamente a divisão entre direita e esquerda. Éramos reféns das verborragias ideológicas; dos ataques e contra-ataques entre os socialistas - “das forças progressistas” e os capitalistas - “vilões do retrocesso”. Porém, pela “governabilidade”, as ideologias flexionaram-se para gestar um novo caminho que mistura água com óleo, impossível na ciência, mas real na política nacional.
Nossos antepassados viveram momentos de sofrimentos inimagináveis, com toda sorte de perseguição psicológica e física, visando construir uma nação para o povo brasileiro. O vermelho de suas veias foi derramado em cascata e as lágrimas maternais inundaram os vales da morte com suas tristezas eternas pelo sumiço dos seus rebentos outrora acalentados e amamentados amorosamente.
No meio onde vivi, mesmo na década de 1980, falar sobre esquerda, comunismo e coisas do gênero era algo que ainda destravava nas pessoas os gatilhos do medo repressor do passado. A violência física sumira, mas a psicológica continuava e era pior do que a primeira. Contudo, a velha força da exclusão, a ditadura do pensar único cedia natural e irreversivelmente à democracia da polifonia social.
Lembro-me das “Diretas Já”; da democratização do país; da volta dos exilados; dos “caras pintadas”, entre outras coisas. Era uma multidão que fazia a hora por uma nação melhor e para todos; seguindo seus líderes messiânicos, ditos representantes das forças democráticas e progressistas, num combate santo e incansável pela liberdade e contra as forças do retrocesso que oprimiam e escravizavam o povo.
Naquela época havia um divisor de águas. Sabíamos quem era quem. Hoje, tudo se modifica. Ao folhear jornais e revistas; ao escutar e assistir entrevistas, fico atônito e me pergunto: Cadê a esquerda? Cadê a direita? Perderam-se todos os diferenciais de identificação. Em nome da tal da “governabilidade”, ou melhor, em nome da sobrevivência de grupos falidos e obsoletos dos dois lados, todos se uniram.
Inacreditavelmente, o que a ciência não conseguiu fazer, a política fez: misturar água e óleo. E como Noé, socialistas e capitalistas parecem ter construído uma grande embarcação para se salvar do dilúvio consciencial que está inundando essa nação tupi-nagô, a cada dia. Será que incorporaram também, a célebre frase: “esqueçam o que eu falei”? Nesse caso, esqueçamos o que nós mesmos falamos.
Isso exige um neologismo sem o qual ficaríamos como barcos à deriva. Poderia se chamar de SOCALISMO. E antes que haja julgamentos errados a respeito desse recém-nascido, informo que o nome não está relacionado à soca-soca do vovô e nem ao verbo socar. É apenas a fusão do SOcialismo com o CApitalismo, mantendo economicamente e como um remédio genérico, o princípio ativo de cada ideologia nas primeiras sílabas.
O Socalismo nos salvará e nos libertará das visões antigas e obsoletas e nem ditará o caminho, já que tudo dá na venda. Os convertidos serão chamados de Socalistas. Todo sangue e lágrimas dos antepassados serão esquecidos. A dor será banida e a alegria reinará como nas ditaduras anteriores. Contudo, o que me anima é que essa nação pensa e tem olhos bem abertos e acorda para ser senhora de si mesma.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Cidade afro-ameríndia de Igaraçu
Bem-vindas, bem-vindos à minha amada terra;
A bela Igaraçu, cidade-mãe de Pernambuco localiza-se na Região Metropolitana do Recife. Fundada segundo a tradição em 27/09/1535, dia de São Cosme e São Damião, seus padroeiros, cuja igreja é considerada a mais antiga do Brasil (em funcionamento). Segundo IBGE(2007) possui área de 306km2 e 93.748hab. É uma cidade litorânea e dista 28km do Recife.
A grafia “Igarassu” é uma corruptela imposta pela lei municipal de nº 1.277/72, de autoria do Sr. Guilherme Jorge Paes Barreto. Oficialmente, a palavra tupi Igaraçu significa Igara: canoa; açu: grande. Segundo M. C. Honorato (1863), “... era o nome de vários rios do Brasil e significa: Hi ou ig: água; guara: ave aquática; açu: grande. Nas províncias do Norte compõem-se de Iguara: espécie de canoa de guerra ou de carga, e açu: grande”.
Desde feitoria lusitana em 1516; elevando-se às categorias de vila em 1564, município autônomo em 1893, cidade em 1895; passando também pela invasão holandesa, Igaraçu é território especial da história pernambucana, com seu belo patrimônio natural, arquitetônico e suas riquezas sócio-culturais, resultantes da polifonia social, encontro de tantos povos e pensares ao longo da sua secular caminhada.
Embora “dita” tradicionalista, seu povo é pujante e aguerrido. No passado recebeu da coroa portuguesa o título de “mui nobre e sempre leal e mais antiga vila de Santa Cruz e Santos Cosme e Damião de Igarassu da Capitania de Pernambuco”. E no Século XX recebeu o de “reduto de comunistas” (Itapissuma, distrito, à época, era a “Moscouzinho” de Igaraçu). Nossa terra comportou os barões e seus engenhos de açúcar e foi berço do socialista mestiço Antônio Pedro de Figueiredo (defensor dos ideais da Revolução Praieira). Um campo de lutas e do florescer de movimentos pacifistas. O solo sagrado de um povo que desde os primórdios reconhecia seu valor, externa suas opiniões e se autodescobre a cada dia.
Eis a nossa amada cidade: tradicional e revolucionária; aguerrida e pacifista; lusitana, holandesa e naturalmente, afro-ameríndia. Vitimada pelos lambe-botas monárquicos temporais e sempre sendo curada pelo seu povo-semente, que traz em si a possibilidade de uma grande floresta. Uma cidade abençoada pelas ações dos seus movimentos sociais mestiços. A grande canoa que navega salutar e eternamente pelo grande rio dos pensamentos e das ações dos grandes pássaros, nossos antepassados e contemporâneos.
Bem-vindas, bem-vindos à Igaraçu,
Cidade-mãe de Pernambuco.
Hædi TM
A bela Igaraçu, cidade-mãe de Pernambuco localiza-se na Região Metropolitana do Recife. Fundada segundo a tradição em 27/09/1535, dia de São Cosme e São Damião, seus padroeiros, cuja igreja é considerada a mais antiga do Brasil (em funcionamento). Segundo IBGE(2007) possui área de 306km2 e 93.748hab. É uma cidade litorânea e dista 28km do Recife.
A grafia “Igarassu” é uma corruptela imposta pela lei municipal de nº 1.277/72, de autoria do Sr. Guilherme Jorge Paes Barreto. Oficialmente, a palavra tupi Igaraçu significa Igara: canoa; açu: grande. Segundo M. C. Honorato (1863), “... era o nome de vários rios do Brasil e significa: Hi ou ig: água; guara: ave aquática; açu: grande. Nas províncias do Norte compõem-se de Iguara: espécie de canoa de guerra ou de carga, e açu: grande”.
Desde feitoria lusitana em 1516; elevando-se às categorias de vila em 1564, município autônomo em 1893, cidade em 1895; passando também pela invasão holandesa, Igaraçu é território especial da história pernambucana, com seu belo patrimônio natural, arquitetônico e suas riquezas sócio-culturais, resultantes da polifonia social, encontro de tantos povos e pensares ao longo da sua secular caminhada.
Embora “dita” tradicionalista, seu povo é pujante e aguerrido. No passado recebeu da coroa portuguesa o título de “mui nobre e sempre leal e mais antiga vila de Santa Cruz e Santos Cosme e Damião de Igarassu da Capitania de Pernambuco”. E no Século XX recebeu o de “reduto de comunistas” (Itapissuma, distrito, à época, era a “Moscouzinho” de Igaraçu). Nossa terra comportou os barões e seus engenhos de açúcar e foi berço do socialista mestiço Antônio Pedro de Figueiredo (defensor dos ideais da Revolução Praieira). Um campo de lutas e do florescer de movimentos pacifistas. O solo sagrado de um povo que desde os primórdios reconhecia seu valor, externa suas opiniões e se autodescobre a cada dia.
Eis a nossa amada cidade: tradicional e revolucionária; aguerrida e pacifista; lusitana, holandesa e naturalmente, afro-ameríndia. Vitimada pelos lambe-botas monárquicos temporais e sempre sendo curada pelo seu povo-semente, que traz em si a possibilidade de uma grande floresta. Uma cidade abençoada pelas ações dos seus movimentos sociais mestiços. A grande canoa que navega salutar e eternamente pelo grande rio dos pensamentos e das ações dos grandes pássaros, nossos antepassados e contemporâneos.
Bem-vindas, bem-vindos à Igaraçu,
Cidade-mãe de Pernambuco.
Hædi TM
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